segunda-feira, 11 de maio de 2009

Processing com interação

Bem, depois de quebrar minha cabeça um pouquinho aqui vai o resultado:





O código para a animação/programa/coisa é:

void setup(){
size(400,400);
frameRate(15);
smooth();
}
void draw(){
background(mouseX, mouseY, mouseX+mouseY); //fundo "piscante"
noFill();
strokeWeight(2);
stroke(mouseY, mouseX+random(255), random(255)); //linhas de cores aleatórias
ellipse(mouseX+random(38), mouseY, 60, 60 );
ellipse(mouseX-(mouseX)/2, mouseY+2, 30, 30 );
ellipse(mouseX-random(58), mouseY+4, 10, 10 );
ellipse(mouseX, mouseY+random(70), 1, 1 );
ellipse(mouseX, mouseY-(random(100))/2, 80, 80 );
ellipse(mouseX+57-random(57), mouseY, 30, 30 );
}
É engraçado ver como um código tão pequenininho pode levar tanto tempo pra ser feito O.o

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Imagem no Processing

Aqui está a imagem que eu fiz usando o processing:



Os comandos usados foram:
size(200, 200);
background(237, 255, 0);
rectMode(CENTER);
fill(0, 6, 255);
rect(100, 150, 20, 20);
fill(3, 232, 255);
rect(80, 130, 20, 20);
fill(170, 3, 225);
rect(100, 130, 20, 20);
fill(3, 232, 255);
rect(120, 130, 20, 20);
fill(225, 3, 201);
rect(120, 110, 20, 20);
fill(255, 13, 126);
rect(140, 110, 20, 20);
fill(255, 13, 126);
rect(100, 110, 20, 20);
fill(225, 3, 201);
rect(80, 110, 20, 20);
fill(255, 13, 126);
rect(60, 110, 20, 20);
fill(255, 13, 17);
rect(120, 90, 20, 20);
rect(80, 90, 20, 20);
fill(0, 255, 0);
ellipse(20, 20, 10, 10);
ellipse(30, 60, 10, 10);
ellipse(130, 70, 10, 10);
ellipse(100, 25, 10, 10);
ellipse(169, 47, 10, 10);
ellipse(189, 10, 10, 10);
ellipse(13, 189, 10, 10);
ellipse(145, 150, 10, 10);
ellipse(130, 190, 10, 10);
ellipse(50, 139, 10, 10);
ellipse(180, 145, 10, 10);
ellipse(167, 105, 10, 10);

Design: obstáculo para a remoção de obstáculos

O texto de Vilem Flusser, publicado no livro "O Mundo Codificado", trás uma reflexão sobre a natureza dos objetos projetados e sobre a responsabilidade dos designers por sua criação.

Logo no começo o autor apresenta a contradição existente na chamada "dialética interna da cultura": objetos seriam obstáculos para a remoção de outros obstáculos. À primeira vista, tal afirmação soa extranha, porém após a explicação dada no texto e alguma reflexão, chega-se a conclusão que ela faz todo o sentido. Objetos, tão necessários para nossa vida, nos auxiliam em em diversas tarefas, porém com o tempo tem-se um acumulo tão grande dos objetos "necessários" que estes tornam-se entraves e limitadores.

Para lidarmos com tal problema surge no texto a proposta de um design responsável, no qual o criador não se voltaria excluivamente para sua criação, mas também para as pessoas que se utilizarão dela. Estabelecendo-se esse diálogo entre o criador e seu público alvo, o objeto criado perderia muito do seu caráter objetivo, objetal e problemático tornando-se muito mais comunicativo, intersubjetivo e dialógico, melhorando sua relação com as pessoas.

O design digital e o mundo imaterial são apresentados por Flusser como uma possível alavanca para o design responsável, uma vez que, de acordo com o autor, o olhar do criador no caso se voltaria para os outros homens. Tal visão do design digital é, contudo, muito romantizada. Hoje em dia temos uma infinidade de ferramentas digitais, muitas tão complexas que pouquíssimas pessoas as dominam e um outro sem número de programas, sites e blogs que apenas atravancam todo esse mundo digital, escondendo aquelas que de fato foram criadas de forma responsável.

A questão dos objetos e da efemeridade das coisas, em contra partida, já é mais relevante e tem contribuido de maneira mais direta com ao design responsável. Estando esse tema em foco, a pressão social para a criação de objetora que, além de suas funções básicas, sejam ainda ecológicamente corretos e o mais duráveis possivel, estimula (ou mesmo obriga) os designers a agirem mais responsavelmente, pensando em novos materiais e maneiras para se produzir, além dos impactos sócio-ambientais de suas criações.

O design responsável que até pouco tempo atrás era visto como algo retrogrado está cada vez se destacando mais e lentamente assumindo a posição de destaque à qual tem direito.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Inhotim


Ao visitar o site do Inhotim eu fiquei encantada. Por não ser daqui de Belo Horiznte ou por ser um pouco desligada ou mesmo desinfomada quanto a esse tipo de coisa, eu não fazia ideia da exitência de tal local. Parece ireal que por iniciativa privada um local tão majestoso esteja e nossa disposição para visitas.


A parte que mais me chamou a atençao no que eu vi, foi o paisagismo e a proposta ecológica do Inhotim. Claro que a arte moderna exibida lá é de altissima qualidade e obras como "A casa verde" de Rubens Mano ou "Bisected triangle, Interior curve" de Dan Graham e ainda várias outras se destacam, mas a meu ver nada supera arte feita com as plantas basiada na concepção de Roberto Burle Marx .


Mal posso eperar pela sexta-feira na qual iremos visitar o Inhotim e na qual poderei ver e experimentar em primeira mão todas as obras e a atmosfera desse parque/museu que esta tão perto e nós.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Objeto interativo

Aqui vai uma foto do meu objeto intertivo (ou melhor, do material que vou usar para fazê-lo). A foto foi tirada antes do começo da montagem.




Meu objeto interativo foi batisado de "Ploing de luz" e minha intenção é que ao apertar determinados pedaços dele luzes se acendam. Ainda vou comprar um Reed Switch pra quando se apertar objeto todo ele também acenda as luzes.




segunda-feira, 6 de abril de 2009

Protótipo no Sketch Up

Aqui está o vídeo do protótipo de objeto interativo relacionado com a visita ao museu "Oi Futuro"


domingo, 5 de abril de 2009

Objeto interativo

Para a nossa ultima aula de plástica, nós tivemos que montar um objeto interativo. Várias perguntas vieram a minha mente: O que seria exatamente um objeto interativo? (Sim, eu sei que é algo que interage, mas exatamente o que era pra ser feito) e o pior, como fazer o tal objeto?

O Cabral deu algumas dereções básicas, mostrou o trabalho de Cristian Müller e falou que o objeto interativo deveria ter algum circuito, alguma coisa "automatizada", falou pra desmontarmos alguma bugiganga que tinhamos em casa e ver como funciona e o que fazer de diferente com aquelas peças.


Como eu não tinha nenhuma coisa desmontável aqui em BH eu fui e comprei vários daqueles trequinhos de festa que brilham e um pião que além de brilhar tocava crazy frog. Desmontei tudo e com a ajuda do tio Otávio, montei o meu objeto. Esse "montei" consiste em dar um jeito de fazer o sistema ligar e desligar quando a caixa é aberta, soldar, cortar fios, queimar circuitos, fazer gambiarra e no final colar um monte de coisa com cola quente e jogar uns plásticozinhos coloridos pra disfarçar o caos que ficou tudo.

Batisado carinhosamente de "The final adieu of sweet Charlie" devido ao Charlie que se sacrificou para tornar-se decoração na caixa, o meu objeto nao tem nenhum objetivo de ser alguma coisa. Pode-se dizer que é uma caixinha de música ou um porta jóias, mas o que eu fiz foi juntar as diretrizes básicas e colocar tudo numa caixa, sem nenhuma pretenção maior que isso.

Aqui apresento-lhes o resultado final:



Esssa é a caixinha fechada




Charlie no detalhe


A caixinha funcionando e tocando crazy frog animadamente.